Evite Investimentos Exagerados em TI

Empresas no mundo inteiro investem anualmente US$2 trilhões em TI, sendo que muitas delas estão gastando demasiadamente. Se você receia estar investindo demais, tente estas três dicas:
Siga, não lidere. Você não precisa ser o primeiro a se jogar. Adie investimentos para economizar dinheiro e observe as melhores práticas e os padrões que emergem do mercado. Deixe a concorrência impaciente arcar com os custos da experimentação.

Concentre-se nos riscos, não na oportunidade. Não saia implementando TI a todo custo e de uma forma radical. Em vez disso, use muito bem cada centavo gasto ao mitigar falhas de segurança, interrupções e paradas criticas.

Gaste menos. Avalie retornos esperados em investimentos de TI passados. Identifique detalhadamente o que são gastos essenciais versus meros caprichos ou gastos desnecessários? Em seguida, elimine o desperdício, tais como atualizações freqüentes.

by Thomas Davenport

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Os 6 Passos numa Análise Custo/Benefício.

Todos sabemos que devemos fazer um investimento quando o retorno deste supera os custos, mas poucas pessoas entendem realmente o que compõe uma análise custo/benefício. Aqui estão os seis passos:

1. Entender o custo do “status quo”. Você precisa estar ciente do valor relativo de um investimento ao invés da opção “não fazer nada”.

2. Identicar os custos. Considere os custos iniciais, bem como qualquer posssiveis custos em anos futuros.

3. Identificar benefícios. Verifique qual será a receita adicional proveniente do investimento.

4. Determinar a redução de custos. O que você poderá parar de fazer se fizer este investimento?

5. Criar um cronograma para os custos e receitas previstas. Planeje quando ocorrerão os custos e benefícios e quanto serão.

6. Estimar custos e ​​benefícios não quantificáveis. Avaliar se há benefícios intangíveis como por exemplo o fortalecimento da posição da sua empresa perante os distribuidores/fornecedores, ou os custos de criar complexidade ou burocracia desnecessária.

by D.Stauffer

“A decisão sempre é financeira. Mesmo sendo estratégica, ela tem que ser respaldada por base quantitativa.”